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João do Rio

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Crônica, Folhetim, Teatro - Coleção Acervo

João do Rio

Disponível: Em estoque

R$ 58,90
6x de R$ 9,82 no cartão sem juros
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Ficha Técnica

Dimensão 13 x 20 cm
Volume 1
Editora Carambaia
Idioma Português
ISBN 978-85-69002-55-0
Número de páginas 544
Peso 576 gramas
Ano de publicação 2019
Acabamento Brochura com fitilho

Saiu na imprensa

Revista Select - À sombra do castelo, por Paula Alzugaray - 03/05/2016

Diário Catarinense - Quase-memória, por Carlos Schroeder - 09/03/2016

Folha de S.Paulo - Caixa com três volumes reúne melhor de João do Rio, por Ronaldo Bressane - 27/02/2016

Metrópole (Metro1) - Graziella Beting conversa com MK sobre a história de João do Rio - 25/01/2016

Revista Veja - Um dândi do trópico, por Mario Mendes - 20/01/2016

O Globo - Com apenas mil exemplares, caixa traz raridades de João do Rio, por Alessandro Giannini - 24/11/2015

Folha de S.Paulo - Leia texto inédito em livro de João do Rio sobre a moléstia do ciúme - 27/09/2015

Folha de S.Paulo - A caixa de João - 30/05/2015

Sinopse

João do Rio foi o pseudônimo mais famoso de Paulo Barreto (1881-1921), um dos autores mais conhecidos – e controversos – do início do século XX no Rio de Janeiro. Cronista prolífico, ele também foi crítico de arte, escreveu romances, ensaios, contos, peças de teatro, conferências sobre dança, moda, costumes, política.

Crônica, Folhetim, Teatro reúne uma seleção de crônicas, reportagens, contos ficcionais, entrevistas, peças, sainetes, folhetins e artigos produzidos entre 1899 e 1919. Boa parte dos textos nunca saiu em livro, apenas nos jornais – que permaneceram mais de 100 anos guardados em arquivos e bibliotecas. Até mesmo os romances e crônicas que o próprio autor editou em livro estavam há décadas fora de catálogo.

João do Rio trabalhou a vida toda em jornais e revistas. Ele foi pioneiro como repórter e criou um estilo de texto híbrido de literatura e reportagem, ficção e realidade. Mudou o modo de fazer jornalismo e ajudou a fundar a crônica moderna.

O escritor que conquistou uma vaga na Academia Brasileira de Letras aos 29 anos era um personagem de múltiplas facetas. Usou sua pena para denunciar a miséria, foi porta-voz do povo humilde, que não tinha espaço na imprensa. Inovou ao deixar a redação do jornal e ir para a rua, subir o morro e percorrer os subterrâneos da cidade, para revelar a seu leitor um Rio de Janeiro desconhecido. Ao mesmo tempo, acompanhando as transformações da capital, que vivia, naqueles primeiros anos de República, a fase de sua Belle Époque, João do Rio foi também o cronista dos salões e recepções elegantes da alta roda – a elite que tentava se sofisticar e imitar os estrangeiros.

João do Rio percorreu o mundo, colecionou admiradores e desafetos. Gordo, mulato e homossexual, vestia-se como um dândi – com, por exemplo, um fraque verde combinando com a bengala, cartola e monóculo. Vítima de um ataque cardíaco que o impediu de completar 40 anos, ele deixou 25 livros e mais de 2.500 textos publicados em jornais e revistas.





O design da coleção é assinado pelo Bloco Gráfico, constituído por Gabriela Castro, Gustavo Marchetti e Paulo André Chagas. Os livros têm acabamento em brochura, formato 13x20 cm, e utilizam papéis especiais e certificados: o sueco Munken Print Cream 80 g/m2 no miolo e o escocês Pop Set Black 320 g/m2 na capa. Outro detalhe do volume é a inclusão de um fitilho bordado com o logo do Acervo.


Seleção dos textos e apresentação: Graziella Beting
Projeto gráfico coleção Acervo: Bloco gráfico

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