Se é muito difícil definir o que diferencia, na forma e no conteúdo, a literatura escrita por homens da literatura escrita por mulheres, é notável o aumento da visibilidade dos livros escritos por mulheres nos últimos anos, assim como sua participação em prêmios e eventos literários. Claro que o rótulo “literatura feminina”, como todos os rótulos, pode ser bastante reducionista e ajudar a quebrar um paradigma de séculos, mas também pode ser importante para resgatar autoras que, talvez por serem mulheres, ficaram de fora do cânone literário – como Chrysanthème e Teresa de la Para, autoras do catálogo da Carambaia.

A necessidade de se ler o que elas produzem também tem sido incentivada por vários movimentos, talvez numa tentativa de aumentar a representatividade e de fazer um acerto de contas com um desequilíbrio histórico e cultural. Para entendermos mais essa relação, as editoras da Carambaia, Graziella Beting e Ana Lima Cecilio, conversaram com Beatriz Resende, professora de literatura da UFRJ e crítica literária, e com as escritoras e tradutoras Ivone Bennedetti e Tamara Sender.

 

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