Digite e aperte "Enter".
x Fechar

Carrinho

Infelizmente você ainda não possui produtos no seu carrinho.

Continuar comprando
Fechar icon_close

H. G. Wells

Herbert George Wells nasceu numa família pobre em Bromley, cidade do interior da Inglaterra. O máximo que sua mãe esperava para ele era uma carreira de tapeceiro. A curiosidade e o autodidatismo o levaram a receber uma bolsa para estudos universitários. Tornou-se escritor, biólogo e professor. Publicou dezenas de títulos, entre contos, romances, ensaios e artigos sobre política, religião e ciência. Tinha uma visão de mundo clara, que o levou a abraçar o socialismo, o darwinismo, o pacifismo e o anticlericalismo – ideias que o encaminharam a um ativismo para a vida inteira. Wells representa uma linhagem britânica futurista e satírica que remonta a Jonathan Swift e se estende para George Orwell, Aldous Huxley e Anthony Burgess. Conviveu intimamente com grandes nomes de seu tempo, como o dramaturgo George Bernard Shaw e o biólogo Thomas Huxley, avô de Aldous. Era dono de uma prosa cristalina, sempre orientada para o prazer da leitura. A face que mais prezava, no entanto, era de visionário, tanto que escolheu como epitáfio a frase: “Eu avisei, tolos malditos”.

Compartilhe icon_share

Caixa H. G. Wells

H. G. Wells

Disponível: Em estoque

R$ 168,90
6x de R$ 28,15 no cartão sem juros
Calcule o frete:

Ficha Técnica

Dimensão 15 x 21 cm
Volume 2
Editora Carambaia
Idioma Português
ISBN

978-85-69002-28-4

Número de páginas A Guerra no Ar 304
Número de páginas O Dorminhoco 272
Peso 700 gramas
Ano de publicação 2017
Acabamento Brochura em caixa com serigrafia
Tiragem 1.000

Sinopse

Tido, ao lado do francês Jules Verne, como um dos pais da ficção científica, o escritor inglês H. G. Wells (1866-1946) foi uma celebridade em sua época, graças ao sucesso conquistado logo no início da carreira com títulos como A máquina do tempo, A ilha do Dr. Moreau, O homem invisível e A guerra dos mundos, nos quais antecipou as viagens espaciais e os experimentos genéticos. Obras menos conhecidas, A Guerra no Ar e O Dorminhoco, reunidos agora numa mesma caixa, pertencem a uma fase imediatamente posterior, um filão que o autor chamou de “fantasias sobre possibilidades”, no qual elabora desenvolvimentos científicos e políticos a partir de tendências já perceptíveis em seu tempo. A prodigiosa imaginação de Wells descreve, em ambos, um futuro sombrio e distópico, muito diferente da era vitoriana em que viveu, considerada por ele mesmo um período de progresso, sobretudo científico, e cordialidade social.


 


A Guerra no Ar, publicado pela primeira vez em 1908 numa versão serializada na imprensa e depois reescrito para ser lançado em livro, projeta uma novidade tecnológica, a máquina voadora, em seu uso bélico. Escrito num período em que pipocavam pelo mundo experimentos com balões, dirigíveis e aparatos mais pesados que o ar, mas ninguém ainda havia feito um voo de longa distância, o romance vai além e acompanha a trajetória de um humilde mecânico de bicicletas – chamado Bertie, apelido familiar do próprio escritor – que acidentalmente se vê participando de uma guerra mundial catastrófica e, afinal, sem vencedores. Na certeira previsão de Wells, os aviões trariam uma transformação radical nas guerras: em vez de conflitos circunscritos a frentes de batalha, levariam a ataques ampliados para grandes áreas, muito mais letais e ameaçadores para as populações civis.


 


O Dorminhoco (1910) é ainda mais enfaticamente político e conta a história de Graham, um homem na casa dos 30 anos, herdeiro de uma grande fortuna, mas que vive uma vida desmotivada e sofre de uma insônia crônica. Quando finalmente cai no sono, dorme durante 203 anos e acorda numa sociedade totalmente diferente da que conhecia. Para sua estupefação, o patrimônio que possuía o tornou uma espécie de dono do mundo e alvo de uma idolatria mística, graças a investimentos e aquisições feitos durante seu sono. Aqui a veia satírica de Wells aparece com vigor, ao descrever um mundo em que uma elite desfruta de ambientes sofisticados em metrópoles hipertrofiadas, com intensas luzes brancas, elevadores, domos, caminhos móveis e estruturas de vidro, enquanto operários vivem em estado de semiescravidão em subterrâneos escuros, recebendo comida em troca de trabalho. Como é comum nas obras de Wells, o entrecho foi uma inspiração para Woody Allen no filme O Dorminhoco (1973).


 


O autor


Herbert George Wells nasceu numa família pobre em Bromley, cidade do interior da Inglaterra. O máximo que sua mãe esperava para ele era uma carreira de tapeceiro. A curiosidade e o autodidatismo o levaram a receber uma bolsa para estudos universitários. Tornou-se escritor, biólogo e professor. Publicou dezenas de títulos, entre contos, romances, ensaios e artigos sobre política, religião e ciência. Tinha uma visão de mundo clara, que o levou a abraçar o socialismo, o darwinismo, o pacifismo e o anticlericalismo – ideias que o encaminharam a um ativismo para a vida inteira. Wells representa uma linhagem britânica futurista e satírica que remonta a Jonathan Swift e se estende para George Orwell, Aldous Huxley e Anthony Burgess. Conviveu intimamente com grandes nomes de seu tempo, como o dramaturgo George Bernard Shaw e o biólogo Thomas Huxley, avô de Aldous. Era dono de uma prosa cristalina, sempre orientada para o prazer da leitura. A face que mais prezava, no entanto, era de visionário, tanto que escolheu como epitáfio a frase: “Eu avisei, tolos malditos”.


 


O projeto gráfico


Desenvolvido pelo Estúdio Campo, o projeto gráfico da caixa H. G. Wells é, adequadamente, futurista. As ilustrações digitais da artista suíça Louisa Gagliardi aludem simultaneamente aos recursos do presente e à estética da virada do século XIX para o XX. A caixa que acomoda os dois livros parte de referências às embalagens de suprimentos militares usados em zonas de guerra na primeira metade do século XX.


 


Tradução e posfácio: Alcebíades Diniz


Projeto gráfico: Estúdio Campo


 


 

Veja mais

Leia trecho

Baixe o PDF e leia trecho da obra gratuitamente

Download das páginas

© 2016 Editora Carambaia EIRELI | CNJP: 19.868.501/0001-12 - Rua Américo Brasiliense, 1.923, Conj. ​1502 - Chácara Santo Antônio - São Paulo / SP - 04715-005

Desenvolvido por: