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João do Rio

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Coleção João do Rio

João do Rio

Esgotado

Ficha Técnica

Dimensão 13 x 18 cm
Volume 3
Idioma Português
ISBN 978-85-69002-06-2
Número de páginas Crônica 272
Número de páginas Folhetim 288
Número de páginas Teatro 232
Peso 790 gramas
Ano de publicação 2015
Acabamento Brochura com luva
Tiragem 1.000

Saiu na imprensa

Carta Capital - O Rio do "João do Rio", por Nirlando Beirão - 05/05/2016

Revista Select - À sombra do castelo, por Paula Alzugaray - 03/05/2016

Revista Continente - Sobre a pertinência da obra do cronista das ruas, por Adriana Dória Matos - Edição 185

Diário Catarinense - Quase-memória, por Carlos Schroeder - 09/03/2016

Folha de S.Paulo - Caixa com três volumes reúne melhor de João do Rio, por Ronaldo Bressane - 27/02/2016

Metrópole (Metro1) - Graziella Beting conversa com MK sobre a história de João do Rio - 25/01/2016

Revista Veja - Um dândi do trópico, por Mario Mendes - 20/01/2016

O Globo - Com apenas mil exemplares, caixa traz raridades de João do Rio, por Alessandro Giannini - 24/11/2015

Folha de S.Paulo - Leia texto inédito em livro de João do Rio sobre a moléstia do ciúme - 27/09/2015

Folha de S.Paulo - A caixa de João - 30/05/2015

Sinopse

João do Rio foi o pseudônimo mais famoso de Paulo Barreto (1881-1921), um dos autores mais conhecidos – e controversos – do início do século XX no Rio de Janeiro. Cronista prolífico, ele também foi crítico de arte, escreveu romances, ensaios, contos, peças de teatro, conferências sobre dança, moda, costumes, política.


 


A Coleção João do Rio é composta por três volumes: Crônica, Folhetim, Teatro. Eles reúnem uma seleção de crônicas, reportagens, contos ficcionais, entrevistas, peças, sainetes, folhetins e artigos produzidos entre 1899 e 1919. Boa parte dos textos nunca saiu em livro, apenas nos jornais – que permaneceram mais de 100 anos guardados em arquivos e bibliotecas. Até mesmo os romances e crônicas que o próprio autor editou em livro estavam há décadas fora de catálogo.


 


João do Rio trabalhou a vida toda em jornais e revistas. Ele foi pioneiro como repórter e criou um estilo de texto híbrido de literatura e reportagem, ficção e realidade. Mudou o modo de fazer jornalismo e ajudou a fundar a crônica moderna.


 


O escritor que conquistou uma vaga na Academia Brasileira de Letras aos 29 anos era um personagem de múltiplas facetas. Usou sua pena para denunciar a miséria, foi porta-voz do povo humilde, que não tinha espaço na imprensa. Inovou ao deixar a redação do jornal e ir para a rua, subir o morro e percorrer os subterrâneos da cidade, para revelar a seu leitor um Rio de Janeiro desconhecido. Ao mesmo tempo, acompanhando as transformações da capital, que vivia, naqueles primeiros anos de República, a fase de sua Belle Époque, João do Rio foi também o cronista dos salões e recepções elegantes da alta roda – a elite que tentava se sofisticar e imitar os estrangeiros.


 


João do Rio percorreu o mundo, colecionou admiradores e desafetos. Gordo, mulato e homossexual, vestia-se como um dândi – com, por exemplo, um fraque verde combinando com a bengala, cartola e monóculo. Vítima de um ataque cardíaco que o impediu de completar 40 anos, ele deixou 25 livros e mais de 2.500 textos publicados em jornais e revistas.


 


O projeto gráfico da caixa preparada pela CARAMBAIA foi desenvolvido por um grupo de arquitetos e designers reunidos especialmente para o trabalho e inspirou-se na relação do cronista com aquela que considerava a musa urbana, dotada de uma alma encantadora – a rua.


 


Seleção dos textos e apresentação: Graziella Beting


Projeto gráfico: Cristiane Muniz, Fernando Viégas e Casa 36

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