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Max Blecher

Um dos principais nomes da literatura romena, Max Blecher é frequentemente comparado pela crítica especializada a Franz Kafka, Bruno Schulz ou Robert Walser. Nasceu em 1909 na província da Moldávia, viveu em Paris e, por causa da doença, passou temporadas em sanatórios da França, Suíça e Romênia. Ligado aos modernistas romenos, Blecher começou a escrever para revistas literárias aos 19 anos. Aproximou-se do movimento surrealista em Paris e, em 1935, teve um texto publicado na revista de André Breton, com quem se correspondia com frequência. Blecher morreu aos 28 anos, deixando um livro de poesia, Corpo transparente (1934), três romances – Acontecimentos na irrealidade imediata (1936), Corações cicatrizados (1937) e A toca iluminada (publicado postumamente, em 1971) –, além de contos, resenhas, artigos e traduções.

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Corações cicatrizados

Max Blecher

Disponível: Em estoque

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Ficha Técnica

Dimensão 16 x 23 cm
Volume 1
Idioma Português
ISBN 978-85-69002-15-4
Número de páginas 232
Peso 444 gramas
Ano de publicação 2016
Acabamento Brochura  com revestimento em tecido
Tiragem 1.000

Saiu na imprensa

Revista Continente - 'Corações cicatrizados' no Brasil, por Marina Moura - 19/08/2016

Folha de S.Paulo - Max Blecher tinge de absurdo relações miúdas de tuberculoso, por Alcir Pécora - 13/08/2016

Diário Catarinense - Um clássico da literatura romena acaba de chegar às prateleiras do Brasil, por Carlos Schroeder - 27/07/2016 

Folha de S.Paulo - Leia trecho de "Corações Cicatrizados", do autor romeno Max Blecher - 08/05/2016

Sinopse

Emanuel estuda Medicina em Paris quando descobre sofrer do mal de Pott, tuberculose óssea que afeta a coluna vertebral. Parte para Berck-sur-Mer, balneário no litoral norte da França especializado no tratamento da enfermidade. Na cidade, 5 mil pacientes, provenientes de todos os cantos do mundo, se submetem à terapia, que consiste na imobilização do corpo por um colete de gesso. Envoltos nessa carapaça, os doentes são forçados a passar meses deitados, à espera de que seus ossos quebrados e roídos sejam endireitados e consolidados.


 


Mas, em Berck, eles não precisam ficar restritos à cama. Instalados nas chamadas goteiras, os enfermos locomovem-se com a ajuda de maqueiros e até sozinhos, em charretes adaptadas, puxadas por cavalos. Assim, passeiam, vão à praia, levam uma vida praticamente normal. Sempre na horizontal.


 


Nesse cenário, o romeno Max Blecher (1909-1938) situa seu romance Corações cicatrizados. Como o personagem Emanuel, ele também recebeu o diagnóstico do mal de Pott quando estudava em Paris, aos 19 anos. Com inesperada vitalidade e até humor, o escritor descreve a rotina dos internos do sanatório de Berck, divididos entre a imobilidade, os desejos, os encontros, as amizades, as paixões.


 


Um dos principais nomes da literatura romena, Max Blecher é frequentemente comparado pela crítica especializada a Franz Kafka, Bruno Schulz ou Robert Walser. Nasceu em 1909 na província da Moldávia, viveu em Paris e, por causa da doença, passou temporadas em sanatórios da França, Suíça e Romênia. Ligado aos modernistas romenos, Blecher começou a escrever para revistas literárias aos 19 anos. Aproximou-se do movimento surrealista em Paris e, em 1935, teve um texto publicado na revista de André Breton, com quem se correspondia com frequência. Blecher morreu aos 28 anos, deixando um livro de poesia, Corpo transparente (1934), três romances – Acontecimentos na irrealidade imediata (1936), Corações cicatrizados (1937) e A toca iluminada (publicado postumamente, em 1971) –, além de contos, resenhas, artigos e traduções. Com 232 páginas e tradução direta do romeno, este volume tem capa envolta em tecido, reproduzindo a trama do gesso que imobiliza os pacientes de Berck. Outro detalhe do projeto gráfico: quando Emanuel é imobilizado e tem de viver deitado, o texto muda de orientação, e a leitura passa a ser na horizontal. Corações cicatrizados chegará em breve também aos cinemas. O livro foi transformado em filme pelo diretor romeno Radu Jude, vencedor do Urso de Prata de Melhor Diretor no Festival de Berlim de 2015.


 


Tradução e posfácio: Fernando Klabin


Projeto gráfico: Paula Astiz

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