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Ambrose Bierce

Ambrose Bierce nasceu em Ohio e, aos 15 anos, começou a trabalhar em um jornal local, como aprendiz de impressor. Aos 19, alistou-se no Exército e participou da Guerra de Secessão, do lado dos Unionistas. Dispensado após ter sido atingido por uma bala na cabeça, começou a escrever para a imprensa de São Francisco. Ao longo de sua carreira, publicou diversos livros de ficção, poesia, sátira, histórias de crimes e terror, contos sobre a Guerra Civil Americana, ensaios e livros-reportagem, tanto nos Estados Unidos como na Inglaterra. Aos 71 anos, partiu para o México, aparentemente para acompanhar Pancho Villa na Revolução Mexicana, e desapareceu. Não se sabe como ou onde morreu, acredita-se que em 1914.

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Dicionário do Diabo - Coleção Acervo

Ambrose Bierce

Disponível: Em estoque

R$ 27,90
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Ficha Técnica

Dimensão 13 x 20 cm
Volume 1
Idioma Português
ISBN 978-85-69002-38-3
Número de páginas 288
Peso 313 gramas
Ano de publicação 2018
Acabamento Brochura com fitilho
Tiragem 3.000

Saiu na imprensa

O Estado de São Paulo - Verbetes do demo, por Sérgio Augusto - 31/03/2018

Bravo! - Cadernos de leituras, por Carlos Castelo - 03/04/2018

Sinopse

Dicionário do Diabo, do escritor e jornalista norte-americano Ambrose Bierce (1842-1914), cuja edição original data de 1911, é um compêndio de verbetes com definições satíricas e ácidas publicados ao longo de décadas por Bierce em jornais humorísticos e políticos. A primeira edição com texto na íntegra foi publicada no Brasil em 2017 pela Editora Carambaia.


 


“Ano”, na definição do Diabo, é um “período de 365 decepções”. “Autoestima”, uma “avaliação equivocada”. “Noiva”, “uma mulher com uma ótima perspectiva de felicidade em seu passado”. Já “noivo”, aquele “equipado com uma tornozeleira onde prender a corrente e a bola”. O próprio “dicionário”, para Bierce, é um “maligno instrumento literário para limitar o crescimento de um idioma e torná-lo duro e inelástico”. Essa visão cínica e irônica do autor, sobretudo em relação à sociedade e à cultura dos Estados Unidos de seu tempo, rendeu notoriedade ao dicionário, que figura na célebre edição das cem maiores obras-primas da literatura americana elaborada em 1976 pelo American Revolution Bicentennial Administration.


 


Muitos dos verbetes são acompanhados por poemas e citações, adotados por Bierce para contar histórias, ilustrar definições e fazer diversas provocações a seus contemporâneos. As edições do Dicionário traduzidas para o português omitiram os poemas (assim como algumas edições em língua inglesa e em traduções para outros idiomas).


 


Ambrose Bierce nasceu em Ohio e, aos 15 anos, começou a trabalhar em um jornal local, como aprendiz de impressor. Aos 19, alistou-se no Exército e participou da Guerra de Secessão, do lado dos Unionistas. Dispensado após ter sido atingido por uma bala na cabeça, começou a escrever para a imprensa de São Francisco. Ao longo de sua carreira, publicou diversos livros de ficção, poesia, sátira, histórias de crimes e terror, contos sobre a Guerra Civil Americana, ensaios e livros-reportagem, tanto nos Estados Unidos como na Inglaterra. Aos 71 anos, partiu para o México, aparentemente para acompanhar Pancho Villa na Revolução Mexicana, e desapareceu. Não se sabe como ou onde morreu, acredita-se que em 1914. O mistério inspirou o romancista mexicano Carlos Fuentes no livro Gringo viejo, adaptado para o cinema em 1898, com Gregory Peck interpretando Bierce.


 


O design da coleção é assinado pelo Bloco Gráfico, constituído por Gabriela Castro, Gustavo Marchetti e Paulo André Chagas. Os livros têm acabamento em brochura, formato 13x20 cm, e utilizam papéis especiais e certificados: o sueco Munken Print Cream 80 g/m2 no miolo e o escocês Pop Set Black 320 g/m2 na capa. Outro detalhe do volume é a inclusão de um fitilho bordado com o logo do Acervo.


 


Tradução e prefácio: Rogerio Galindo


Projeto gráfico: Estúdio Campo


Fotografia: Nino Andrés

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