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Lima Barreto

Afonso Henriques de Lima Barreto, (Rio de Janeiro, 13 de maio de 1881 — Rio de Janeiro, 1 de novembro de 1922) mais conhecido como Lima Barreto, foi um jornalista e escritor que publicou romances, sátiras, contos, crônicas e uma vasta obra em periódicos, principalmente em revistas populares ilustradas e periódicos anarquistas do início do século XX. A maior parte de sua obra foi redescoberta e publicada em livro após sua morte por meio do esforço de Francisco de Assis Barbosa e outros pesquisadores, levando-o a ser considerado um dos mais importantes escritores brasileiros.[

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Os bruzundangas e Numa e a ninfa

Lima Barreto

Disponível: Em estoque

R$ 129,90
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Ficha Técnica

Dimensão 13x18 cm
Volume 1
Idioma Português
ISBN 978-85-69002-24-6
Número de páginas 512
Peso 580 gramas
Ano de publicação 2017
Acabamento Capa dura com serigrafia
Tiragem 1.000

Saiu na imprensa

O Estado de S. Paulo - O bananão de Lima Barreto, por Sérgio Augusto - 08/07/2017

O blog da Simone Magno - Edição de luxo reúne dois títulos de Lima Barreto, por Simone Magno - 04/07/2017

Zero hora - Biografia apresenta Lima Barreto como um provocador de seu tempo, por Carlos André Moreira - 03/07/2017

Sul21 - Livros de Lima Barreto serão lançados em novas edições, por Milton Ribeiro - 30/06/2017

Revista Pessoa - Ironia da vida política brasileira na obra de Lima Barreto - 29/06/2017

Continente - A celebração seletiva a Lima Barreto, por Mariana Filgueiras - 28/06/2017

Folha de S.Paulo - Painel das Letras, por Maurício Meireles - 10/06/2017

O Globo - 2017: Ano Lima Barreto, por Ancelmo Gois - 14/05/2017

Sinopse

Esta edição reúne Os bruzundangas e Numa e a ninfa, duas obras de Lima Barreto (1881-1922) que ironizam a vida política do Brasil da República Velha. Esses textos foram publicados em folhetins no início do século XX e, como o leitor poderá ver, mostram-se bastante atuais passados 100 anos. A organização e o posfácio são de Beatriz Resende, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), crítica literária e especialista em Lima Barreto.


 


Nos dicionários, “bruzundanga” significa algaravia, barafunda, coisa de pouca serventia, ninharia. É com essa confusão que Lima Barreto nomeia um país fictício, a República dos Estados Unidos da Bruzundanga, cujas crônicas publicou de janeiro a maio de 1917 no semanário A.B.C., depois reuniu em livro, lançado apenas em 1923, após sua morte. Bruzundanga é “uma grande bagunça que, no entanto, se dá ares de importante, povoada por doutores, políticos e literatos”, como descreve Beatriz Resende no posfácio. Os relatos sobre essa República que muito se assemelha ao Brasil – de ontem e de hoje –, assumem, na obra, o tom de paródia da história oficial, de seus herois e instituições. Esse humor representa, de acordo com Resende, uma nova forma literária utilizada por Lima Barreto para abordar o Brasil, depois dos contos, romances e crônicas. Para a organizadora do volume, dar a Os bruzundangas a forma merecida de clássico da literatura significa “romper com a exclusão a que tanto o texto quanto o autor foram submetidos no correr da constituição da história literária brasileira”.


 


Se, um século depois, o Brasil ainda traz muitas semelhanças com o país dos bruzundangas, essa atualidade também aparece no outro texto que compõe o volume, Numa e a ninfa. Quando começou a ser publicado, na forma de folhetins, em março de 1915, foi anunciado pelo jornal A Noite como um texto que “romanceava vários escândalos dos milhares que assinalaram o governo Hermes como o mais corrupto da história”. A obra retrata a trajetória de Numa Pompílio de Castro, um bacharel em Direito medíocre, acomodado, sem qualquer predicado exceto a persistência, que, ao se casar com a filha do governador, conquista uma cadeira de deputado federal na Câmara. “Numa é o exemplo perfeito da figura do doutor tão criticada por Lima Barreto em toda a sua obra”, considera Beatriz Resende. A partir da história desse “brâmane privilegiado” – que ganhará certo reconhecimento intelectual graças a Edgarda Cogominho, sua esposa e ninfa –, Lima descreve o universo de falcatruas, desmandos e vantagens da vida política da capital federal durante o processo de votação de uma proposta para a criação de um novo estado. Para a organizadora, foi com Numa e a ninfa que Lima Barreto estabeleceu uma nova relação com a imprensa de sua época, “indicando um reconhecimento pouco apresentado da importância desse mulato, morador de subúrbio carioca, na vida literária de seu tempo”.


 


O projeto gráfico


 


Concebido pelo artista Fernando Vilela, o projeto gráfico foi estruturado para que o volume fosse como um folioscópio (ou flip book).  Suas ilustrações são organizadas em sequência, de modo que, quando o volume é folheado rapidamente, tem-se a ilusão de ver as imagens e o próprio texto em movimento. A capa traz uma colagem de xilogravuras feitas pelo artista especialmente para o livro.


 


Organização e posfácio: Beatriz Resende


Projeto gráfico e ilustrações: Fernando Vilela


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