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Frederic Manning

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Soldados rasos

Frederic Manning

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Ficha Técnica

Dimensão 13 x 18 cm
Volume 1
Idioma Português
ISBN 978-85-69002-00-0
Número de páginas 480
Peso 545 gramas
Ano de publicação               2015
Acabamento Capa dura com meia casaca em tecido
Tiragem 1.000

Saiu na imprensa

Folha de São Paulo - Trincheiras de 'Soldados rasos' soam terrivelmente humanas, por Joca Terron - 13/06/2015

O Estado de São PauloNo centenário do fim da 1.ª Guerra Mundial, livros recriam período, por André Cáceres - por 11/11/2018

Sinopse

Soldados rasos, inédito no Brasil, foi publicado pela primeira vez na Inglaterra em 1929 e no ano seguinte, com cortes, livre de palavrões e demais expressões consideradas chocantes para a época. Ambas as versões foram assinadas por “Soldado 19022”, identificação militar recebida pelo escritor australiano Frederic Manning (1882-1935) durante sua participação na Primeira Guerra Mundial.


 


Conhecido nos círculos literários da Inglaterra, onde vivia, Manning alistou-se voluntariamente no exército britânico e lutou, ao lado de soldados de diversas nacionalidades, nas ofensivas franco-britânicas contra os alemães na região do vale dos rios Somme e Ancre, na França, durante o segundo semestre de 1916.


 


Seu livro é uma ficção baseada no cotidiano dos homens nas trincheiras e acampamentos, entre bombas e goles de rum, longas esperas e marchas. Manning dá voz aos soldados anônimos, com seus diferentes sotaques e gírias, revelando a percepção – ou incompreensão – que tinham do conflito.


 


O sucesso do livro na Inglaterra fez com que autores e críticos fossem investigar a identidade do Soldado 19022. Foi T.E. Lawrence, apreciador da escrita de Manning e que considerava a obra “o livro dos livros” sobre o exército britânico, quem a desvendou e forçou o autor a sair do anonimato.


 


Cultuado por escritores como Ezra Pound, T.S. Eliot ou E.M. Forster, Soldados rasos só foi relançado em sua versão completa na Inglaterra no final dos anos 1970. É essa a versão que foi traduzida pela primeira vez para o português.


 


Ernest Hemingway declarou certa vez que considerava o livro de Manning como o “mais belo e mais nobre” de todos os que já lera “sobre a guerra e os homens que a fizeram”. “Eu o releio a cada ano, para me lembrar de como as coisas realmente eram, para não ter nunca de mentir – a mim mesmo ou aos outros – sobre o que foi essa realidade”, disse.


 


Tradução: Fal Azevedo


Projeto gráfico: Tereza Bettinardi

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